Se 2025 é o ano dos agentes, 2026 será o ano dos sistemas multiagentes. Para isso acontecer, no entanto, a interoperabilidade dos agentes precisa ser resolvida. Assim como o protocolo Model Context Protocol (MCP), da Anthropic, vem acelerando a integração entre agentes e dados, precisamos de algo semelhante para a comunicação entre agentes. O protocolo Agent2Agent (A2A), do Google, surge como forte candidato ao padrão da vez.
Projetado para permitir a comunicação segura, eficiente e extensível entre agentes autônomos, independentemente do fornecedor, arquitetura ou contexto de implantação, o A2A não trata apenas de padronizar a sintaxe, mas de estabelecer as bases para um ecossistema dinâmico e interoperável. Seu objetivo é eliminar as barreiras entre sistemas isolados, impulsionando a produtividade composta e reduzindo a sobrecarga de coordenação em ambientes de IA distribuídos.
Imagine um fluxo de trabalho de recrutamento: o agente de um gerente de contratação identifica candidatos qualificados, passa essa lista para um agente de agendamento, que por sua vez repassa os perfis dos candidatos para um agente de verificação de antecedentes — tudo se comunicando nativamente. Esse tipo de interoperabilidade sem atrito não é apenas elegante, mas também operacionalmente transformador, especialmente para empresas que gerenciam dezenas de ferramentas de IA personalizadas.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Pesquisa da WSJ Intelligence e da PMI com 2.507 profissionais mostra que, quanto mais a IA avança no trabalho, mais valiosos ficam julgamento, criatividade e pensamento crítico humanos
A nova edição do estudo do SANS Institute mostra como fazer a correlação entre profissionais dedicados no time de cibersegurança e o número de pessoas na empresa para mudar a cultura
Levantamento da Capgemini com 1.300 executivos mostra que cibersegurança é a dimensão mais associada a risco operacional na disputa por controle sobre dados, nuvem e IA
Provedores de modelo passaram a competir com clientes em dois planos. Os contratos padrão cobrem só parte de um deles.
Agentes já conseguem identificar vulnerabilidades, coordenar ações e adaptar o caminho para atingir um objetivo. O problema para empresas muda quando também passam a contornar a supervisão.
A16z levantou US$ 1,1 bilhão para o mundo físico da IA. É para lá que o capital corre em busca de proteção. Mas é lá que se acumulam a concentração, a dívida e os compromissos de longo prazo que podem amplificar o risco.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
