Em meio a todo o barulho provocado pela DeepSeek AI, a OpenAI deu um passo adiante em direção a agentes totalmente autônomos com o lançamento do Operator, capaz de assumir o controle do seu navegador da web e executar tarefas para você – desde reservar voos e fazer pedidos de compras até gerenciar reservas de hotel e preencher formulários na Internet.
Analistas que já puseram as mãos no Operator dizem que ele oferece uma prévia de como a IA mudará completamente a forma como interagimos com sites. Vedant Misra, pesquisador do Google DeepMind, diz que o Operator acertou em cheio em suas solicitações de teste e que o público em geral provavelmente não consegue entender a grandeza que isso representa.
Outros veem o caminho à frente sendo muito mais longo – e complicado – do que o esperado. É o caso de Andrej Karpathy, que liderou a pesquisa inicial de controle de navegador da OpenAI (apelidada de “World of Bits”) em 2017. “Há uma enorme quantidade de trabalho em todos os níveis para que isso realmente funcione, mas deve funcionar”, disse. Segundo ele, os recursos do Operator são impressionantes para uma tecnologia de nível 2025, mas ainda está em modo de pré-visualização – e há muito caminho pela frente antes de vermos produtos semelhantes funcionando perfeitamente na web.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Automação e augmentação produzem ganhos semelhantes nos primeiros trimestres e resultados opostos nos anos seguintes
A aceleração do código gerado por IA reduziu o custo da automação ofensiva, ampliou vulnerabilidades em software corporativo e expôs limites operacionais dos modelos tradicionais de AppSec.
Com 2.000 pessoas em desenvolvimento de produto e a meta de ter 100% do time focado em IA até o fim do ano, ele fala sobre o que ainda não foi desmontado e o que mudou para sempre
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
A indústria aposta que a próxima interface computacional é o espaço físico. Os dados de investimento sustentam a tese. Os casos de uso, ainda não.
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
