Até pouco tempo, a inovação era considerada um fenômeno “local”: centros de pesquisa, clusters industriais e universidades eram vistos como ilhas criativas, onde o conhecimento circulava principalmente entre pessoas fisicamente próximas. Um estudo liderado por pesquisadores da Harvard Business School e Brown University mostra que a coisa não é bem assim: os inventores globais e “móveis” são hoje os grandes vetores da inovação internacional, conectando ecossistemas, difundindo novas tecnologias e acelerando ciclos de desenvolvimento, principalmente em países emergentes.
O estudo “Global Mobile Inventors”, conduzido por Dany Bahar, Prithwiraj Choudhury, Ernest Miguelez e Sara Signorelli, analisou mais de 6 milhões de patentes registradas no USPTO (Escritório de Patentes e Marcas dos EUA) entre 1970 e 2015, abrangendo cerca de 3,5 milhões de inventores em mais de 200 países.
De acordo com a pesquisa, o número de inventores que cruzaram fronteiras ao longo da carreira — os chamados Global Mobile Inventors (GMIs) – cresceu mais de dez vezes nas últimas duas décadas. Em 1990, sua participação era marginal. Já em 2015, eles representavam cerca de 10% de todos os inventores ativos e estavam presentes em 30% das patentes registradas.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
O investimento global nunca foi tão alto, mas o ritmo de crescimento caiu para um dígito. Dados da BloombergNEF mostram um setor resiliente, pressionado por data centers, redes elétricas e um novo dilema de execução
O Big Ideas 2026, da ARK Invest, mostra como a convergência entre plataformas tecnológicas está acelerando produtividade, consumo digital e a criação de novas infraestruturas financeiras
Resultados já não bastam. Conselhos agora buscam líderes que combinem visão estratégica, domínio de IA, liderança humana e presença ética para atravessar tempos de incerteza
O Workmonitor 2026 revela a lacuna de confiança entre empregadores e trabalhadores, o avanço da IA como infraestrutura e o fim da carreira linear — e o que líderes precisam fazer agora
A Anthropic aposta em agentes pagos; a OpenAI recorre à publicidade para sustentar a escala do ChatGPT.
Pagamentos agênticos e dinheiro programável deixam de ser conceito e passam a redefinir eficiência operacional e risco no sistema financeiro.
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
