As empresas de nuvem visaram o pool de lucro de software. Agora, as empresas de IA visam o pool de lucro dos serviços. As empresas de nuvem vendiam software-as-a-service ($ / assento). As empresas de IA vendem service-as-a-software ($ / resultado). É essa a lógica comercial da “Agentic AI" e do novo mercado que ela endereça, avaliado em US$ 10 trilhões pela Sequoia Capital no ensaio “Generative AI’s Act o1”.
Com os recursos de raciocínio emergentes da IA Generativa, uma nova classe de aplicativos de agência (ação autônoma) está começando a surgir. E na camada de raciocínio, o COGS (Cost of Goods Sold) aumenta conforme o uso. Cada execução gera um custo extra, afetando a operação.
Principalmente porque esses agentes de IA não são apenas UIs em cima de um Foundation Model. Longe disso. Eles têm arquiteturas cognitivas sofisticadas que normalmente incluem vários Foundations Models com algum tipo de mecanismo de roteamento, bancos de dados vetoriais e/ou gráficos para RAG, salvaguardas (guardrails) para garantir conformidade, e uma lógica de aplicação que imita a maneira como um ser humano raciocina, por meio de um fluxo de trabalho.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Automação e augmentação produzem ganhos semelhantes nos primeiros trimestres e resultados opostos nos anos seguintes
A aceleração do código gerado por IA reduziu o custo da automação ofensiva, ampliou vulnerabilidades em software corporativo e expôs limites operacionais dos modelos tradicionais de AppSec.
Com 2.000 pessoas em desenvolvimento de produto e a meta de ter 100% do time focado em IA até o fim do ano, ele fala sobre o que ainda não foi desmontado e o que mudou para sempre
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
A indústria aposta que a próxima interface computacional é o espaço físico. Os dados de investimento sustentam a tese. Os casos de uso, ainda não.
Na conferência anual em Denver, a Zendesk apresentou soluções que integram agentes e copilotos em uma força autônoma que deixa para os humanos as decisões mais complexas
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
