A importância da inovação escalável, que permite criar novos negócios, cresceu mais de 70% com a pandemia. É de se esperar, portanto, que as empresas incumbentes busquem cada vez mais copiar alguns modelos das startups. Um levantamento aponta que 41 das 50 maiores empresas públicas do mundo possuem uma aceleradora, incubadora ou fundo venture capital – ou muitas vezes, os três. Também faz sentido que os investimentos de risco tenham tido participação em um quarto de toda a arrecadação de fundos em 2019.
Ainda assim, as histórias de sucesso são raras porque as empresas incumbentes não estão preparadas para absorver esse tipo de inovação rapidamente escalável, aponta o artigo “Escale ou fracasse: como os incumbentes podem industrializar a construção de novos negócios”, da McKinsey. Sua estrutura sedimentada as leva a proteger sua posição no mercado tradicional. Ao contrário das pequenas e médias startups, essas organizações contam com um grande número de colaboradores e uma rede complexa de stakeholders. E embora essas características apresentem vantagens competitivas para um caminho de crescimento incremental e gerenciamento de risco, é totalmente inadequada para criar empreendimentos capazes de se mover com muita agilidade e com alto crescimento.
Para criar um “motor de crescimento” (growth engine) é preciso uma equipe dedicada que vai gerenciar a construção de vários negócios. A vantagem? Com um time menor e dedicado, as ideias tendem a fluir melhor, serem ouvidas e implantadas. E a equipe é capaz de apoiar cada estágio de crescimento, acelerando a jornada.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
A região lidera na esperança, mas o estresse ainda pesa. Para as lideranças empresariais, os dados revelam tanto oportunidades quanto alertas que exigem ação imediata
Relatório da Gallup com 128 mil trabalhadores mostra que o verdadeiro gargalo da transformação digital está na liderança, não nos algoritmos
A cibersegurança deixou de ser apenas uma questão técnica. Entenda como conselhos de administração precisam evoluir para governar riscos digitais na era da IA
Depois do boom de investimentos da década passada, o mercado entra em um momento mais seletivo. Fundos priorizam eficiência, governança e modelos sustentáveis de crescimento
Relatórios do BCG, MIT e Brookings mostram que a IA não deve eliminar empregos em massa e sim transformar profundamente como trabalhamos e evoluímos na carreira
Pesquisas mostram que apenas 30% dos funcionários consideram seus líderes excepcionais. Agora, estudos de neurociência e IA indicam que sinais de liderança podem ser detectados muito antes da carreira executiva
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
