Nem glass ceiling, nem glass cliff. Para Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil há seis anos e uma das poucas mulheres a ocupar esse tipo de posto no país, o negócio é encarar desafios e assumir o protagonismo. "Vai lá faz e não dependa de ninguém. Eu fui criada nesse espírito. Eu sempre achei que isso era o normal. Então quando eu vim para o mundo corporativo eu sempre achei que era assim".
Mas ela sabe que não é bem assim, e tem assumido o protagonismo na discussão da necessidade de ter empresas que pratiquem a inclusão e a diversidade não só com as mulheres mas com todas as minorias. E isso passa por mudar o modelo mental das empresas no mundo todo. "Quando você aceita uma diversidade as outras vêm. No final do dia não é ou A, ou B, ou C. Você abre um mindset de respeito. Cultura é a parte mais importante das companhias. Você abre uma cultura de inclusão".
Com 35 anos de carreira (vai completar na próxima semana), Cristina Palmaka corre. Corre nas maratonas, parte da sua vida nos últimos 18 anos (foram 13 até agora), e para fazer da disrupção parte do dia a dia da sua empresa e dos clientes. "Disrupção é alguma coisa que te dá frio na barriga. Às vezes você tem de se desapegar e ter fé que vai dar certo. Sua experiência no passado ajuda, mas de vez em quando é preciso questionar toda essa experiência do passado para se reinventar".
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Com 2.000 pessoas em desenvolvimento de produto e a meta de ter 100% do time focado em IA até o fim do ano, ele fala sobre o que ainda não foi desmontado e o que mudou para sempre
Como Chief Legal Officer da Zendesk, Shana Simmons redesenhou o Jurídico para operar dentro das equipes de Produto desde a ideação e defende que o próximo nível de confiança em IA é a explicabilidade: saber não apenas o que a IA dec...
Craig Flower, recém-nomeado COO da Zendesk, explica como a empresa saiu de 20% para 65% de auto-resolução no próprio atendimento — e o que isso significa para qualquer empresa que queira usar IA de verdade
A empresa, que investe em educação de colaboradores e clientes sobre IA, se apoia em uma cultura construída ao longo de cinco décadas para se tornar diferencial num mercado em consolidação.
Com 28 anos de empresa e quase uma década como CHRO, Jenn Mann revela o que mantém a SAS privada, sólida e admirada num setor que muda a cada ciclo.
Em entrevista à The Shift durante o SAS Innovate 2026, Bill Wisotsky separou o hype da realidade na Computação Quântica e fez um apelo direto a CIOs e CISOs: quem não começar a explorar agora vai chegar tarde demais
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
