s
Pexels/Yan Krukov
INOVAÇÃO

Como as grandes empresas podem apoiar os inovadores

No momento de reconstrução das organizações pós-pandemia, as grandes empresas precisam apoiar os empreendedores sociais na criação de um novo paradigma de negócios

Por Isis Bous, Lex Mundi Pro Bono Foundation 16/11/2021

As empresas sociais impulsionam a mudança na economia global de duas maneiras muito importantes: abordando diretamente os difíceis desafios sociais e ambientais; e influenciando a comunidade empresarial como um todo a agir com responsabilidade. Essas “organizações de impacto” expandem o escopo do que é normal, possível e aceitável, criando uma economia global mais verde e inclusiva.

Essa influência é mais imperativa do que nunca, e a comunidade empresarial nunca esteve mais pronta para aceitá-la. O foco singular na perda de lucros da economia global moderna está começando a se afrouxar à medida que os países e organizações buscam uma melhor reconstrução no pós-pandemia. Os empreendedores sociais podem aproveitar este momento para ajudar a moldar um novo paradigma de negócios - e devem receber apoio para fazer isso.

A pressão do consumidor está encorajando as marcas a desenvolver uma consciência social

A conduta corporativa está sob os holofotes dado o poder das redes sociais de aumentar a pressão do consumidor, desafiando as marcas a não só fornecer produtos e serviços de qualidade, mas também agir como bons cidadãos globais. Da mesma forma, os funcionários estão exigindo que seus empregadores ajam com responsabilidade para ganhar seu serviço e lealdade. Não é incomum ouvir estatísticas como as que mostram que as marcas Sustainable Living Brands da Unilever, marcas guiadas pelo propósito, crescem 69% mais rápido do que o resto do negócio e são responsáveis por 75% do crescimento da empresa, ou Patagônia - com sua reputação de responsabilidade ambiental e sua missão orientada para o propósito - recebendo mais de 9 mil aplicações por vaga.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

O líder que chega ao topo não é o que a equipe quer seguir

Tendências

O líder que chega ao topo não é o que a equipe quer seguir

A maioria (84%) dos profissionais brasileiros quer líderes emocionalmente controlados: o que esta pesquisa revela sobre a lacuna da liderança no país

IA sem gestão não entrega: o que três grandes estudos revelam sobre a adoção corporativa de Inteligência Artificial

Inteligência Artificial

IA sem gestão não entrega: o que três grandes estudos revelam sobre...

O gargalo da Inteligência Artificial nas empresas virou execução, contexto e gestão, com 7,9 horas por semana perdidas em atrito e apenas 12% dos funcionários dizendo que o trabalho de fato mudou

Soft skills, inglês e IA: o triplo desafio que trava o mercado de Tecnologia no Brasil

Tendências

Soft skills, inglês e IA: o triplo desafio que trava o mercado de Tec...

Pesquisa Ford e Datafolha aponta falta de conhecimento técnico como principal gargalo na contratação, mas a escassez de habilidades comportamentais, o domínio do inglês e a velocidade da adoção de IA complicam ainda mais o cenário

A tempestade Mythos (e o que vem com ela) acende alerta vermelho nos conselhos

Segurança

A tempestade Mythos (e o que vem com ela) acende alerta vermelho nos c...

Três em cada quatro empresas admitem que não conteriam um ciberataque significativo sem paralisar as operações. O risco agora é de continuidade do negócio

Cultura de aprendizagem: por que poucas empresas conseguem colocar de pé

Tendências

Cultura de aprendizagem: por que poucas empresas conseguem colocar de...

Quase três em cada quatro organizações admitem não ter gente nem tempo para sustentar uma cultura de aprendizagem. O problema é de infraestrutura, intencionalidade e, sobretudo, de coragem para fazer escolhas

“Quem triunfa não é quem mais sabe. É quem melhor se comunica”

Entrevista

“Quem triunfa não é quem mais sabe. É quem melhor se comunica”

Para Borja Castelar, ex-diretor do LinkedIn na América Latina e autor de “Human Skills”, a ascensão da Inteligência Artificial não torna o ser humano obsoleto. Pelo contrário: a IA empurra as habilidades humanas para o centro das c...