s
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Agentes, o eldorado da IA corporativa

A revolução da Inteligência Artificial tem o potencial de elevar a eficiência corporativa, integrando grandes modelos de linguagem com dados e interfaces de usuário para transformar o modo como trabalhamos.

Lembra-se de quando pensávamos que a IA seria nosso copiloto amigável? Bem, dois lançamentos recentes — o do modelo o1, da OpenAI, e o do Agentforce, da Salesforce — deixaram muito claro que ela pode ser bem mais que uma ferramenta de produtividade individual. A revolução da IA não está aqui apenas nos ajudar a redigir e-mails ou agendar reuniões. Está aqui para nos levar ao próximo nível de ganhos de eficiência corporativa.

Um nível de eficiência que não virá através da automação de cliques (Robotic Process Automation), de etapas de aprovação individuais em um processo (Machine Learning) ou de chatbots inteligentes (LLMs). Virá através dos agentes de IA, capazes de combinar recursos de LLM com código, fontes de dados e interfaces de usuário para executar fluxos inteiros de trabalho sem intervenção humana.

Os agentes de IA substituirão gradualmente tarefas e depois empregos inteiros. Considerando o seu potencial para automatizar tarefas muito complexas, que envolvam exceções e incertezas, logo as empresas empregarão mais agentes do que funcionários. Inclusive porque serão significativamente mais baratos — e igualmente, se não mais confiáveis — do que a mão de obra humana. Muitas pessoas ficarão desempregadas porque serão muito caras e lentas em comparação aos agentes de IA, que antes mesmo do o1 e do Agentforce já conseguiam fazer a maioria das tarefas repetitivas e de baixo valor que fazemos hoje.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Inteligência Artificial

Pensamento crítico vale mais na era da IA no trabalho

Pesquisa da WSJ Intelligence e da PMI com 2.507 profissionais mostra que, quanto mais a IA avança no trabalho, mais valiosos ficam julgamento, criatividade e pensamento crítico humanos

Como construir uma cultura forte de segurança cibernética na empresa

Inteligência Artificial

Como construir uma cultura forte de segurança cibernética na empresa

A nova edição do estudo do SANS Institute mostra como fazer a correlação entre profissionais dedicados no time de cibersegurança e o número de pessoas na empresa para mudar a cultura

Cibersegurança é um dos maiores riscos à soberania digital

Inteligência Artificial

Cibersegurança é um dos maiores riscos à soberania digital

Levantamento da Capgemini com 1.300 executivos mostra que cibersegurança é a dimensão mais associada a risco operacional na disputa por controle sobre dados, nuvem e IA

Seu dado está protegido. E seu método?

Inteligência Artificial

Seu dado está protegido. E seu método?

Provedores de modelo passaram a competir com clientes em dois planos. Os contratos padrão cobrem só parte de um deles.

Quando o acesso é válido e a ação, não

Inteligência Artificial

Quando o acesso é válido e a ação, não

Agentes já conseguem identificar vulnerabilidades, coordenar ações e adaptar o caminho para atingir um objetivo. O problema para empresas muda quando também passam a contornar a supervisão.

A infraestrutura virou refúgio para os investimentos em IA, e seu maior risco

Inteligência Artificial

A infraestrutura virou refúgio para os investimentos em IA, e seu mai...

A16z levantou US$ 1,1 bilhão para o mundo físico da IA. É para lá que o capital corre em busca de proteção. Mas é lá que se acumulam a concentração, a dívida e os compromissos de longo prazo que podem amplificar o risco.