Definitivamente, há uma discrepância entre a visão interna das empresas de IA e do Vale do Silício de que a IA Generativa é tudo, e a visão externa, das empresas usuárias, de que é uma tecnologia muito importante, mas ainda não necessariamente muito útil fora de um conjunto bastante restrito de usos. Ainda é necessário muito mais trabalho para chegar aos produtos. O que significa que o momento é de experimentar, como aponta a mais recente pesquisa global da McKinsey sobre IA.
Mais da metade dos entrevistados (65%) relatam que suas organizações estão usando IA Generativa (GenAI) regularmente, quase o dobro da porcentagem da pesquisa anterior, realizada há apenas dez meses. Metade dos entrevistados afirmaram que as suas companhias adotaram a IA em duas ou mais funções empresariais e 67% esperam que o investimento em IA aumente nos próximos três anos. Nos últimos seis anos, a adoção da IA pelas organizações oscilou em cerca de 50%. Este ano (2024), a pesquisa constata que a adoção saltou para 72%.
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Tom Eggemeier percorreu Milão, Madri e Atenas e encontrou executivos pedindo mais velocidade, não menos. Na conferência anual da empresa, ele explica por que 80% de suas conversas com clientes já não são sobre atendimento ao cliente �...
O lançamento dos interaction models pela Thinking Machines redefine a fronteira entre homem e máquina. Mas cuidado: a tecnologia que resolve o gargalo técnico pode ser a mesma que atrofia as habilidades sociais do seu time.
Pesquisa do MIT SMR e do BCG responde: não! Painel com 31 especialistas globais indica que a supervisão humana em IA exige mais do que verificar outputs: exige julgamento em todo o ciclo de vida dos sistemas.
Em menos de um ano, a taxa de sucesso em testes de autorreplicação saltou de 6% para 81%. O tempo médio de detecção nas empresas ainda é de 10 dias.
Uma onda de organizações que demitiu em nome da IA está refazendo o caminho, só que agora com custos 27% maiores, equipes que perderam a confiança na liderança e o conhecimento institucional que foi embora junto com os funcionários
Mais da metade dos CEOs ouvidos pelo BCG diz que seus conselhos confundem narrativa midiática com realidade operacional da IA; 60% acreditam que estão sendo pressionados a agir rápido demais
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
