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INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A Inteligência Artificial deveria ter empatia?

Há casos de uso em que a empatia pode ser útil em sistemas de IA? Ou ao aprender e introduzir sentimentos humanos, as máquinas podem acabar nos colocando em risco?

Por Cristina De Luca 24/03/2021

São perguntas de difícil resposta, sem dúvida. Que há tempos vêm tirando o sono dos pesquisadores. No curso dos últimos cinco séculos, as máquinas ampliaram nossas capacidades físicas. Mais recentemente têm sido planejadas para aprimorar nossas capacidades cognitivas. Seria possível – e desejável – que elas pudessem mimetizar sentimentos, como simpatia e empatia?

Na verdade, nossas emoções governam grande parte de nossa inteligência. Em  2012, neurocientistas confirmaram que a Inteligência Emocional e a Inteligência Cognitiva compartilham muitos sistemas neurais para integrar processos cognitivos, sociais e afetivos. Mais: são interdependentes. No âmbito geral da inteligência emocional, a empatia está na autoconsciência, na consciência social, na autorrealização e na transcendência. Portanto, a Inteligência Artificial Geral (AGI) deveria se dedicar também à inteligência emocional. Mas como?

Minter Dial, autor do livro "Heartificial Empathy" acredita que essa conversa precisa ser não apenas sobre IA empática, mas também sobre negócios empáticos. Na sua opinião, será impossível ter sistemas de IA empáticos sem que tenhamos primeiro empresas empáticas, capazes de observar as emoções dos clientes, entender seu contexto e suas motivações e reagir a elas.

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