Segundo Amy Gallo, da Harvard Business Review, evitar conflitos no ambiente corporativo cria “harmonia artificial”, prejudica decisões e bloqueia inovação
No palco da SXSW 2026, a futurista "matou" seus Tech Trends Reports e lançou um novo documento, o Convergence Outlook, que trata tendências como sinais que convergem para “tempestades” tecnológicas e sistêmicas
No SXSW 2026, o futurista Rohit Bhargava argumenta que, em um mundo dominado por algoritmos, a capacidade de criar conexões genuínas pode se tornar uma das competências mais valiosas para carreira, inovação e negócios
Com agentes de IA navegando e comprando em nome dos usuários, o tráfego online pode ser dominado por bots até 2027. Para Matthew Prince, a mudança coloca em xeque o modelo econômico que sustentou a web nas últimas três décadas
No centro das discussões do SXSW 2026 estão três disputas que começam a definir o futuro da economia digital: quem controla os dados, quem captura o valor gerado pela IA e qual será o papel humano nesse novo ecossistema.
No SXSW 2026, especialistas discutem o declínio do retorno econômico do ensino superior, o papel da IA como infraestrutura de aprendizagem e os possíveis novos modelos de universidade
Como o Centro de Competência Embrapii em Segurança Cibernética, operado pelo CESAR, trabalha para apoiar ecossistemas públicos e privados na construção de uma estratégia holística de cibersegurança e soberania tecnológica para o B...
Com o LYNN, primeiro foundation de IA B2B brasileiro, a TOTVS aposta no modelo TaaS (Task as a Service), em que agentes de IA passam a executar tarefas empresariais dentro dos sistemas de gestão.
Ciberataques com uso de credenciais legítimas expõem os limites da tecnologia e trazem comportamento, vulnerabilidade humana e cultura organizacional para o centro da estratégia de risco
Com investimento robusto e foco em IA especializada, a TOTVS lança primeiro foundation brasileiro para escalar agentes inteligentes com segurança e governança
Para Valdir Assef Jr., gerente de Segurança Cibernética da Febraban, "o fator humano define a força do sistema". Em 2026, governança, colaboração e pessoas serão estratégicos.
A partir de 2026, empresas e países vão precisar mudar seu modelo mental sobre gestão de riscos e cibersegurança, alerta Fabio Maia, pesquisador-chefe do Centro Integrado de Segurança em Sistemas Avançados (CISSA), do CESAR
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