A promessa inicial da Inteligência Artificial no trabalho parecia simples. Ferramentas generativas permitiriam que cada profissional escrevesse mais rápido, analisasse mais dados e produzisse mais conteúdo. A lógica era direta: se cada indivíduo se torna mais produtivo, o desempenho das organizações também aumenta. O que levou muitas empresas a presumir que o caminho mais rápido para o sucesso residia em ter equipes pequenas e ágeis, posicionadas mais próximas da tecnologia.
No entanto, os primeiros dados de adoção em larga escala sugerem um quadro mais complexo.
Pesquisa da Deloitte com 1.400 trabalhadores nos EUA, realizada em julho de 2025, identificou um padrão consistente: profissionais que trabalham em equipes com mais de dez pessoas relatam impacto aproximadamente duas vezes maior da IA em eficiência, resolução de problemas e inovação quando comparados a trabalhadores em equipes menores.
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