A inglesa Jayney Howson tem uma missão: capacitar, até 2027, três milhões de profissionais globais para trabalhar em um novo ambiente corporativo em que a IA e seus agentes são coadjuvantes em todo tipo de processo e atividade de negócios nas empresas.
Jayney é Vice-Presidente Sênior e Líder Global de Learning e Development da ServiceNow, e responsável, entre outras coisas, por repaginar a plataforma educacional da companhia, relançada em maio deste ano com o nome de ServiceNow University, e reimaginar a prática de educação em tecnologia. Seu desafio não é apenas a quantidade de gente que a ServiceNow almeja capacitar e requalificar (upskilling e reskilling) nesses próximos dois anos. Ela quer aliviar a pressão e o medo que a chegada da IA nas empresas provoca nas pessoas, e garantir que essa jornada seja hiperpersonalizada e divertida. Para isso, usa a IA como motor.
"As soluções de aprendizagem atuais simplesmente não estão funcionando. Precisamos evoluir a maneira como as pessoas aprendem", diz ela, em uma entrevista concedida à The Shift durante a ServiceNow Knowledge 2025, a conferência anual de tecnologia e negócios da companhia. Confira abaixo a nossa conversa, em um formato "pingue-pongue".
Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.
Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.
É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.
Para Borja Castelar, ex-diretor do LinkedIn na América Latina e autor de “Human Skills”, a ascensão da Inteligência Artificial não torna o ser humano obsoleto. Pelo contrário: a IA empurra as habilidades humanas para o centro das c...
Novo relatório da Coursera aponta que, à medida que a IA automatiza tarefas analíticas, o julgamento humano se torna o diferencial competitivo mais valorioso nas organizações
A região lidera na esperança, mas o estresse ainda pesa. Para as lideranças empresariais, os dados revelam tanto oportunidades quanto alertas que exigem ação imediata
Relatório da Gallup com 128 mil trabalhadores mostra que o verdadeiro gargalo da transformação digital está na liderança, não nos algoritmos
Pesquisas mostram que apenas 30% dos funcionários consideram seus líderes excepcionais. Agora, estudos de neurociência e IA indicam que sinais de liderança podem ser detectados muito antes da carreira executiva
Pesquisas mostram que os profissionais se sentem pouco seguros no emprego, enquanto empresas dizem que novos profissionais não chegam preparados para o trabalho
Aproveite nossas promoções de renovação
Clique aquiPara continuar navegando como visitante, vá por aqui.
Cadastre-se grátis, leia até 5 conteúdos por mês,
e receba nossa newsletter diária.
Já recebe a newsletter? Ative seu acesso
