s
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

IA Generativa: produtividade cresce de 7% a 18% nas organizações

Pesquisa do Capgemini Research Institute mostrou que as organizações que apostaram cedo na IA Generativa já estão colhendo bons resultados

Anote aí. A IA Generativa está mais integrada às organizações, causando mudanças operacionais. E os primeiros usuários já começaram a colher os benefícios, afirma a segunda edição do estudo “Harnessing the Value of Generative AI”, do Capgemini Research Institute, com 1.100 lideranças de organizações com mais de US$ 1 bilhão em receita em 14 países e 11 setores. Quase três quartos (74%) concordam que a GenAI está ajudando a gerar receita e inovação.

Essas organizações observaram uma melhoria de 7% a 18% (em média) na produtividade de suas funções de engenharia de software, por exemplo. Para determinadas tarefas especializadas, a economia de tempo chegou a 35%. Além disso, essas organizações perceberam uma melhoria de 6,7%, em média, no envolvimento e na satisfação do cliente no último ano, em áreas nas quais a tecnologia foi testada ou implantada.

Algumas atitudes em relação à tecnologia estão mudando:

  • Pouco mais da metade das organizações (54%) acreditam agora que a IA Generativa pode mudar a estratégia de negócios, em comparação com 39% em 2023.
  • Mais de 70% das organizações com receita anual superior a US$ 20 bilhões acreditam que a não adoção da IA Generativa as colocará em desvantagem considerável em relação aos seus concorrentes. Esse sentimento é menor entre as organizações com receita anual inferior a US$ 5 bilhões (56%).
  • Quase todas as organizações (97%) permitem que os funcionários usem IA Generativa de alguma forma, sendo que mais da metade impõe diretrizes específicas a serem seguidas pelos funcionários.
  • Apenas 6% das organizações ainda não começaram a explorar a IA Generativa. Entre as que começaram a fazê-lo, 24% já estão integrando a tecnologia em algumas ou na maioria de suas funções ou locais.

Este é um conteúdo exclusivo para assinantes.

Cadastre-se grátis para ler agora
e acesse 5 conteúdos por mês.

É assinante ou já tem senha? Faça login. Já recebe a newsletter? Ative seu acesso.

Mythos, o modelo que encontra falhas que passaram décadas invisíveis

Inteligência Artificial

Mythos, o modelo que encontra falhas que passaram décadas invisíveis

Quando encontrar brechas deixa de ser difícil, todo cuidado é pouco. Por isso, a Anthropic lançou o modelo para apenas 50 empresas parceiras. O Project Glasswing inaugura uma nova fase da cibersegurança.

A realidade da IA em 2026, segundo Stanford

Inteligência Artificial

A realidade da IA em 2026, segundo Stanford

O AI Index, do HAI, identifica uma dependência geopolítica que o mercado ignora e uma percepção pública construída sobre uma versão anterior da tecnologia.

O que o balanço da IA não mostra

Inteligência Artificial

O que o balanço da IA não mostra

Quando os projetos fracassam, os custos somem. Quando os funcionários ficam de fora, ninguém conta. A indústria celebra uma transformação que seus próprios dados contradizem.

Sam Altman quer regular a IA. A pergunta é: podemos confiar nele?

Inteligência Artificial

Sam Altman quer regular a IA. A pergunta é: podemos confiar nele?

A empresa posicionada para capturar os maiores lucros da IA propõe como ela deve ser tributada, regulada e distribuída — e pede ao governo que faça o que ela própria não se compromete a fazer.

Limites cognitivos e a vida emocional oculta dos LLMs

Inteligência Artificial

Limites cognitivos e a vida emocional oculta dos LLMs

Pesquisa de interpretabilidade da Anthropic identifica 171 representações internas de emoção no Claude Sonnet 4.5. Elas são causais e o modelo já desenvolveu mecanismos para ocultá-las.

A órbita como infraestrutura

Inteligência Artificial

A órbita como infraestrutura

SpaceX, Google e Nvidia convergem para a mesma aposta: computação de IA no espaço. Os dados técnicos mostram onde estão os gargalos — e onde está o dinheiro.