Pergunte a qualquer executivo do setor de manufatura: a palavra da vez é “reindustrialização”. A lógica do custo baixo e da terceirização global cede espaço na estratégia de trazer fábricas e cadeias produtivas para mais perto dos centros de consumo – priorizando segurança, soberania, inovação e sustentabilidade.
Os dados mostram: 66% dos executivos de organizações nos Estados Unidos e Europa já possuem ou estão desenvolvendo uma estratégia ativa de reindustrialização, aponta o relatório “The Resurgence of Manufacturing: Reindustrialization strategies in Europe and the US – 2025” da Capgemini. Em 2024, essa proporção era de 59%. A tendência é clara: a manufatura está voltando para casa.
As novas tecnologias têm um grande mérito nessa virada. Cerca de 84% das empresas planejam investir em tecnologias avançadas de manufatura. Para 54%, essas inovações já renderam economias superiores a 20% em custos operacionais. Casos como o da BMW — que criou um gêmeo digital para sua nova fábrica na Hungria — ilustram como a tecnologia pode reduzir erros, aumentar eficiência e acelerar prazos.
A ameaça do tarifaço e guerras comerciais
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