Como seria o resultado de uma ação jurídica, se representantes legais das partes envolvidas tivessem acesso ao mesmo arcabouço de informações, fatos, normas, decisões e jurisprudências associadas ao assunto e pudessem construir suas peças jurídicas em igualdade de condições técnicas?
Podemos supor que ganharia a causa o representante legal que tivesse melhores argumentos e retórica para expor sua causa? A simetria do acesso aos dados poderia levar a resultados diferentes do processo? Ganhar ou perder um processo deixaria de depender do porte do escritório de advocacia contratado, ou do tamanho dos honorários? A “justiça seria servida” de forma mais democrática e transparente?
Para o advogado Rafael Costa, CEO e cofundador da plataforma de inteligência jurídica Jusbrasil, o uso da IA Generativa no Direito pode fazer a balança da Justiça funcionar melhor se conseguir distribuir conhecimento jurídico e eliminar as assimetrias do acesso. “O Direito real é fragmentado, complexo e muitas vezes incoerente”, disse ele na semana passada, durante o lançamento do Jus IA, um assistente jurídico de GenAI.
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