The Shift

SXSW 2022: aprendizados para além do hype

Metaverso, cripto, DiFi, Web3, DAOs… o hype sobre essas tendências pode ter atingido seu ápice na última semana, durante o SXSW 2022. Sim, ainda há muita especulação a respeito desse novo mundo impulsionado pelas Big Techs e  VCs receosos pelo excesso de regulação e ansiosos por dinheiro novo. Mas também há, ao menos, uma certeza: antes de mergulhar de cabeça, ou rejeitar por completo essas tendências e taxá-las de exageradas,  convém ajustar as lentas da observação, exercitar a criatividade e experimentar muito, para encontrar os caminhos que mais façam sentido para o seu negócio e a sua marca.

A curiosidade é um dos principais motores da inovação. Mas a curiosidade também é um desafio. Exige que questionemos nossas próprias crenças e nos conscientizemos que as rápidas iterações de novas tecnologias, mudanças sociais, valores e expectativas redefinidas das pessoas possam requerer novos movimentos.

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A verdade de ontem pode não ser necessariamente relevante amanhã, e permanecer no jogo certamente exigirá ajustes constantes, como deixaram claro as grandes estrelas do evento. Amy Webb chamou esse exercício de re-percepção. Prática corrente de Scott Galloway, Rohit Bhargava, e até do próprio Beeple (Mike Winkelmann).

O que podemos extrair da fala de cada um, para nos ajudar a ir além do hype?