Plataformas de cloud computing deixaram, há um bom tempo, de ser apenas uma camada de infraestrutura tecnológica eficiente para serem a base sobre a qual a transformação digital e a inteligência artificial operam e evoluem com segurança e escala. Mas uma parcela relevante das empresas brasileiras ainda está presa a uma decisão anterior: migrar, ou não, para a nuvem.
Segundo o estudo “Panorama Cloud nas empresas brasileiras”, realizado pela TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil, em parceria com a H2R Insights & Trends, 23% das empresas ouvidas ainda não utilizam plataformas de nuvem. Desse total, 28% planejam adotar a tecnologia em 12 meses, mas 47% planejam esperar três anos ou mais para migrar. Em um cenário de aceleração tecnológica, esse intervalo pode representar mais do que atraso, levando a um potencial hiato competitivo difícil de recuperar.
Nuvem como alicerce operacional da IA
Os dados do estudo mostram que as empresas que já avançaram nessa jornada colhem benefícios concretos. Entre os principais indicadores de adoção de cloud estão ganho de desempenho (41%), redução de custos (40%) e flexibilidade (39%). Ou seja, a cloud não é apenas infraestrutura — ela se torna a base para segurança, escalabilidade e inovação contínua.
Adiar essa decisão amplia riscos. A não adoção de cloud limita a capacidade de escalar operações, compromete a disponibilidade dos sistemas (28%) e fragiliza a segurança (29%), justamente em um momento em que dados e resiliência digital se tornam críticos para a estratégia de IA. É imperativo que a migração deixe de ser um projeto de TI e para ser uma decisão estratégica de negócio.
Sem uma infraestrutura consolidada, a IA tende a permanecer restrita a experimentos isolados, desconectados do core business. Com cloud, ela ganha escala, governança e capacidade de execução. Em outras palavras: a nuvem é o que dá à IA condições para gerar ROI positivo e mensurável.
Na TOTVS, nuvem e IA convivem
Para a TOTVS, entender essa convergência tecnológica é o principal ponto de inflexão do mercado. Mais do que fornecer tecnologia, a companhia se posiciona como trusted advisor, capaz de orientar decisões estratégicas em todos os tamanhos de empresas.
Com o LYNN, primeiro foundation de IA B2B brasileiro, a TOTVS estrutura uma camada de inteligência capaz de transformar dados e sistemas corporativos em agentes especializados de IA. Essa arquitetura foi concebida para operar sobre ambientes cloud estruturados, onde escala computacional, governança e integração com os sistemas de gestão permitem que a inteligência artificial deixe de ser experimento e passe a executar processos de negócio. O foco deixa de ser a IA genérica e passa a ser a IA de propósito específico (ANI – Artificial Narrow Intelligence), capaz de atuar diretamente nos processos empresariais.
Com a TOTVS Cloud, a empresa oferece a base que permite avançar para o próximo estágio: a adoção de IA de propósito específico, com agentes capazes de operar diretamente nos processos empresariais.
Nesse contexto, a discussão sobre nuvem deixa de ser apenas tecnológica e passa a ser estratégica para o futuro das empresas. Organizações que estruturam seus ambientes em nuvem criam as condições necessárias para escalar dados, inteligência e automação de processos. Já aquelas que postergam essa decisão arriscam limitar o potencial de iniciativas avançadas de IA.
Para mais informações, acesse a página de IA da TOTVS.
SOBRE ESTE CONTEÚDO: A série TECH B2B é um projeto conjunto da TOTVS em parceria com a The Shift. Maior empresa de tecnologia do Brasil, a TOTVS possui um ecossistema completo de tecnologia: TOTVS Gestão, com ERPs, soluções cross e sistemas especializados que garantem mais produtividade, eficiência e governança; RD Station, com ferramentas digitais de marketing, vendas e relacionamento para as empresas impulsionarem seus negócios e crescerem; e Techfin ERP Finance, que oferece soluções de crédito B2B e pagamento para ampliar, simplificar e democratizar o acesso das empresas a serviços financeiros. Saiba mais em: totvs.com