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Crédito: Lori Kroenig/Pixabay

ECONOMIA DIGITAL

O que a Proposição 22 representa para a gig economy

A Proposição 22 oferece mais benefícios aos motoristas de aplicativos e entregares de delivery, mas não lhes estende a definição de “funcionários” e sim, de “contratados”

Por Redação The Shift 09/11/2020

No mesmo dia em que os eleitores dos Estados Unidos foram às urnas para escolher seu próximo presidente, os eleitores da Califórnia fizeram uma escolha a mais: eles votaram pela aprovação da Proposição 22. O nome pode não parecer grande coisa, mas o potencial de impacto é enorme: essa proposição, que acaba de ser votada pelos eleitores da Califórnia, pode definir as regras de trabalho para a gig economy.

A Proposição 22 oferece mais benefícios aos motoristas de aplicativos e entregares de delivery, mas não lhes estende a definição de “funcionários” e sim, de “contratados”. Após a aprovação, as gig companies indicaram que pretendem replica o sucesso da iniciativa para toda a América.

A campanha da Proposição 22, que tinha o apoio das companhias, jogou US$ 188 milhões em anúncios na TV, rádio, mídias digitais, tudo para que os eleitores da Califórnia votassem a favor no mesmo dia em que estariam escolhendo seu presidente. E deu certo.

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